
Forte e Mirante de Sueste
Trilha curta (560 m) a partir do PIC Sueste até as ruínas do Forte de São Joaquim, com vista para a baía e o mangue.
Mirantes, fortes, nascer e pôr do sol, história e os bichos que fazem da ilha um santuário.

Passarela suspensa de 282 m ligando os dois mirantes mais fotografados da ilha. Vá cedo, quando a luz bate na baía.
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Os golfinhos-rotadores costumam entrar na baía ao amanhecer para descansar. Passarela de cerca de 1 km. Presença frequente, mas não garantida.
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Ruínas do Forte de São Pedro do Boldró com o Dois Irmãos no horizonte. É onde o Ilha Tour termina, com bar, música e balanço para fotos.
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O maior forte português da ilha (1737) reabriu com museu imersivo, pôr do sol com música e o restaurante Paiol. Ingresso de R$ 100 (preço único no site oficial), válido por 10 dias corridos; pacote com o Parque por R$ 292. Fecha às segundas.
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O centrinho: Igreja de N. S. dos Remédios (1772), Palácio São Miguel (sede da administração), Memorial Noronhense, bares e restaurantes.
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Centro de visitantes no Boldró com exposição sobre tartarugas e palestras gratuitas todos os dias às 20h. Ótimo com crianças e em dia de chuva.
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Formação rochosa na Ilha Rasa, no fim da estrada do Museu do Tubarão. O melhor nascer do sol da ilha; banho proibido.
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Trilha curta (560 m) a partir do PIC Sueste até as ruínas do Forte de São Joaquim, com vista para a baía e o mangue.

O ponto mais alto (323 m) e o cartão-postal visível de quase toda a ilha. Não se sobe ao Pico, mas a trilha do Piquinho (400 m íngremes) chega bem perto.
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No Porto de Santo Antônio, um pequeno museu de baixo custo com mandíbulas, curiosidades e um restaurante famoso pelo bolinho de tubarão.
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Extremo sudoeste do arquipélago, só visitado de barco. Falésias, cavernas e a passagem entre as rochas que fecha o passeio de barco.
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Monumento na estrada do Sueste em memória do voo 447 (2009). Ponto de parada silenciosa com vista para o Mar de Fora.
| Mais bonito | Forte do Boldró: o sol se põe com o Dois Irmãos ao fundo. Grátis; chegue 40 minutos antes. |
| Mais fácil e com criança | Praia da Conceição: na areia, com o Morro do Pico, bares e volta curta. |
| Mais romântico | Bar do Meio (couvert a partir das 18h) ou um barco ao entardecer. |
| Para fotografia | Mirantes do Sancho e Dois Irmãos, pelas passarelas. |
| Mais tranquilo | Praia do Bode, em clima de praia deserta. |
| Com estrutura | Forte Noronha, com música, museu e restaurante (pago). |
| Aventura | Morro do Piquinho, trilha curta e íngreme. |
O sol se põe perto das 17h30 às 18h, hora da ilha. Muitas vezes uma faixa de nuvens esconde o sol antes do mar; a melhor cor costuma vir 10 a 15 minutos depois. Não vá embora cedo.
Não toque, não alimente e não persiga animais: em 2025 uma turista foi multada em R$ 10 mil por tocar numa tartaruga. A coleta de conchas, corais ou pedras também dá multa.
1503. A expedição financiada por Fernão de Loronha avista o arquipélago, que recebe o nome do navegador e vira a primeira capitania hereditária do Brasil.
Séculos XVII e XVIII. Holandeses e franceses ocupam a ilha por períodos. Em 1737 Portugal constrói dez fortes para garantir a posse; o maior deles, o de N. S. dos Remédios, ainda domina a Vila.
1938 a 1942. Presídio político do Estado Novo e depois base militar americana durante a Segunda Guerra, quando é aberta a pista que hoje recebe os voos comerciais.
1988. Criação do Parque Nacional Marinho, que protege 70% do território e o mar ao redor. Noronha volta a ser distrito de Pernambuco.
2001. A UNESCO declara o arquipélago, junto com o Atol das Rocas, Patrimônio Natural da Humanidade. Desde então o turismo é controlado por taxas, limites de visitantes e regras rígidas de preservação.
O Ilha Tour passa por quase todos estes pontos em um dia. Veja como funciona e quanto custa.