Pontos turísticos

O que fazer em Fernando de Noronha

Mirantes, fortes, nascer e pôr do sol, história e os bichos que fazem da ilha um santuário.

Foto: Cassinha Magalhães · CC BY-SA 4.0
Pontos turísticos

Doze lugares além das praias

Mirantes do Sancho e Dois Irmãos
Parque

Mirantes do Sancho e Dois Irmãos

Passarela suspensa de 282 m ligando os dois mirantes mais fotografados da ilha. Vá cedo, quando a luz bate na baía.

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Mirante dos Golfinhos
ParqueManhã cedo

Mirante dos Golfinhos

Os golfinhos-rotadores costumam entrar na baía ao amanhecer para descansar. Passarela de cerca de 1 km. Presença frequente, mas não garantida.

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Forte do Boldró
Pôr do sol

Forte do Boldró

Ruínas do Forte de São Pedro do Boldró com o Dois Irmãos no horizonte. É onde o Ilha Tour termina, com bar, música e balanço para fotos.

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Forte Noronha (Forte dos Remédios)
HistóricoPlano B para chuva

Forte Noronha (Forte dos Remédios)

O maior forte português da ilha (1737) reabriu com museu imersivo, pôr do sol com música e o restaurante Paiol. Ingresso de R$ 100 (preço único no site oficial), válido por 10 dias corridos; pacote com o Parque por R$ 292. Fecha às segundas.

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Vila dos Remédios
Histórico

Vila dos Remédios

O centrinho: Igreja de N. S. dos Remédios (1772), Palácio São Miguel (sede da administração), Memorial Noronhense, bares e restaurantes.

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Projeto Tamar
Grátis

Projeto Tamar

Centro de visitantes no Boldró com exposição sobre tartarugas e palestras gratuitas todos os dias às 20h. Ótimo com crianças e em dia de chuva.

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Buraco da Raquel
Nascer do sol

Buraco da Raquel

Formação rochosa na Ilha Rasa, no fim da estrada do Museu do Tubarão. O melhor nascer do sol da ilha; banho proibido.

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Morro do Pico
Trilha

Morro do Pico

O ponto mais alto (323 m) e o cartão-postal visível de quase toda a ilha. Não se sobe ao Pico, mas a trilha do Piquinho (400 m íngremes) chega bem perto.

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Museu do Tubarão
Baixo custo

Museu do Tubarão

No Porto de Santo Antônio, um pequeno museu de baixo custo com mandíbulas, curiosidades e um restaurante famoso pelo bolinho de tubarão.

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Ponta da Sapata
De barco

Ponta da Sapata

Extremo sudoeste do arquipélago, só visitado de barco. Falésias, cavernas e a passagem entre as rochas que fecha o passeio de barco.

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Ritual diário

Nascer e pôr do sol

Nascer do sol

  • Buraco da Raquel: o mais famoso. Acesso pela estradinha do Museu do Tubarão.
  • Canoa havaiana: saída do Porto por volta das 5h da manhã, muitas vezes com golfinhos e tartarugas no caminho.
  • Trilha do Piquinho: 400 m de subida íngreme para ver a ilha inteira clarear.

Pôr do sol: escolha pelo seu perfil

Mais bonitoForte do Boldró: o sol se põe com o Dois Irmãos ao fundo. Grátis; chegue 40 minutos antes.
Mais fácil e com criançaPraia da Conceição: na areia, com o Morro do Pico, bares e volta curta.
Mais românticoBar do Meio (couvert a partir das 18h) ou um barco ao entardecer.
Para fotografiaMirantes do Sancho e Dois Irmãos, pelas passarelas.
Mais tranquiloPraia do Bode, em clima de praia deserta.
Com estruturaForte Noronha, com música, museu e restaurante (pago).
AventuraMorro do Piquinho, trilha curta e íngreme.

O sol se põe perto das 17h30 às 18h, hora da ilha. Muitas vezes uma faixa de nuvens esconde o sol antes do mar; a melhor cor costuma vir 10 a 15 minutos depois. Não vá embora cedo.

Vida marinha: o que você vai ver

  • Golfinhos-rotadores na Baía dos Golfinhos ao amanhecer e nos passeios de barco.
  • Tartarugas-verdes e de-pente no Sancho, no Porto e no Sueste (lá, vistas da areia enquanto a flutuação estiver suspensa).
  • Tubarões-lixa, de-recife e tubarões-limão jovens na Atalaia, no Sueste e no naufrágio do Porto. São quase sempre pacíficos, mas incidentes raros já aconteceram (o último registrado em 2022): não alimente, não persiga e respeite interdições.
  • Raias, polvos, moreias e cardumes de xira, sargentinho e budião em praticamente todo mergulho.
  • Aves marinhas: atobás, fragatas e viuvinhas nas ilhas secundárias.

Não toque, não alimente e não persiga animais: em 2025 uma turista foi multada em R$ 10 mil por tocar numa tartaruga. A coleta de conchas, corais ou pedras também dá multa.

História

500 anos em cinco parágrafos

1503. A expedição financiada por Fernão de Loronha avista o arquipélago, que recebe o nome do navegador e vira a primeira capitania hereditária do Brasil.

Séculos XVII e XVIII. Holandeses e franceses ocupam a ilha por períodos. Em 1737 Portugal constrói dez fortes para garantir a posse; o maior deles, o de N. S. dos Remédios, ainda domina a Vila.

1938 a 1942. Presídio político do Estado Novo e depois base militar americana durante a Segunda Guerra, quando é aberta a pista que hoje recebe os voos comerciais.

1988. Criação do Parque Nacional Marinho, que protege 70% do território e o mar ao redor. Noronha volta a ser distrito de Pernambuco.

2001. A UNESCO declara o arquipélago, junto com o Atol das Rocas, Patrimônio Natural da Humanidade. Desde então o turismo é controlado por taxas, limites de visitantes e regras rígidas de preservação.

Prefere que alguém monte o dia por você?

O Ilha Tour passa por quase todos estes pontos em um dia. Veja como funciona e quanto custa.